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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Depilação: chega de dor



A fotodepilação vem se popularizando no Brasil com método indolor e duradouro

Olá Belíssimas!

Hoje vamos falar um pouquinho sobre um método de depilação que vem ganhando cada vez mais adeptas no país; a fotodepilação.

A fotodepilação elimina os pelos através do calor emitido pela luz, por meio da IPL (Luz Pulsada Intensa).




Engana-se porém quem acha que a fotodepilação e a depilação a laser são a mesma coisa. “A principal diferença é que o laser emite uma luz de comprimento de onda contínua, monocromática, unidirecional. Assim, a concentração de energia é maior no local, o que torna o tratamento mais doloroso. Já a IPL emite uma luz que contém vários comprimentos de onda, é policromática, não direcionada e dispersa. Este conjunto faz com que a concentração de energia seja menor, mas com a mesma eficiência e com a diferença que trata vários tipos de pele e pelos. Além da luz ser mais dispersa, a aplicação é feita com a tecnologia de refrigeração sub-zero, que ameniza ainda mais a dor”, explica a fisioterapeuta dermatofuncional Lia Leardini, da rede Não+Pêlo em São Paulo.

Outra vantagem em relação às aplicações a laser é a possibilidade de tratar vários tipos de cores de pele e todas as texturas do pelo, do mais grosso ao mais fino. Em relação aos métodos convencionais de depilação, como a cera e a lâmina, a luz pulsada intensa ainda clareia a pele manchada e elimina os problemas da foliculite.

A fisioterapeuta explica ainda que a fotodepilação pode ser aplicada em quase todas as áreas corporais e faciais, exceto sobrancelha, região de mucosa, couro cabeludo e região testicular.

“É necessário que o pelo tenha o comprimento de 1mm a 3 mm, que é quando está totalmente visível e fora da pele”, explica a fisioterapeuta. De acordo com ela, é necessário que a pessoa não tenha tomado sol quinze dias antes do tratamento e também que não se exponha nos quinze dias seguintes, após a aplicação.

Mas para quer se submeter a este procedimento não esqueça de realizá-lo somente após uma avaliação técnica, que vai indicar se o cliente pode ou não ser submetido à fotodepilação, porque a intensidade da IPL varia de pessoa para pessoa. “Em alguns casos poderá haver restrição do tratamento devido à utilização de cosméticos e medicamentos fotossensíveis”, explica Lia.
O preço também é bem camarada R$60 por sessão por área, bem menos que os procedimentos a laser que custam em média R$200 a sessão. Os resultados são igualmente duradouros e podem surgir já desde a primeira sessão.
Mais uma super facilidade para ficar Belíssima por muito mais tempo!!!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Fotodepilação ou depilação a laser?

Indicação leva em conta quantidade de pelos e as as expectativas sobre o sumiço deles

Fonte: Giselli Souza, do R7

Uma pele livre de pelos, bolinhas e lisa como a de um bebê. A promessa que antes era restrita aos tratamentos de depilação com laser, começou a se popularizar também na fotodepilação – conhecida popularmente como uma versão mais “light” do que o método tradicional.

A diferença básica entre os dois métodos está na luz utilizada no tratamento. Na depilação feita por meio do laser, a ponteira do equipamento é focada na região a ser tratada. A luz é direcionada à célula germinativa (responsável pelo crescimento do pelo) e destrói a sua função. Ou seja, para que o pelo possa voltar, o organismo da pessoa terá que desenvolver uma nova célula que a produza novamente.

Como o ciclo dessa renovação dura em média dez anos, o tratamento é vendido no mercado como “definitivo”, porém estando sujeito a manutenções depois de quatro anos, segundo Dr. Mônica Aribi, membro da Sociedade Brasileira do Laser.

- Nunca podemos taxar um tratamento como definitivo, porque sempre há o risco de volta. No entanto, o laser destrói a cápsula da célula germinativa, o que impede o seu crescimento. Os casos onde o paciente sofre de um transtorno hormonal, o que contribui para volta dos pelos, estão fora.

Segundo a médica, o laser é mais indicado para pacientes com pelos mais grossos e que desejam acabar de vez com o problema. Ela explica que a fotodepilação pode ser usada como uma “complemento” do tratamento já realizado, no caso de pacientes que fizeram o laser, mas o pelo voltou em pequena quantidade.

Outra situação é para as pessoas que desejam diminuir a quantidade ou os intervalos da depilação, como é o caso de Fernando Fukai, que sentiu uma redução de 50% nos pelos do rosto após quatro sessões de fotodepilação. Ele era adepto do gilete para fazer a barba e procurou o método para diminuir a quantidade de depilações no rosto.

- Na primeira sessão eu fiquei bastante impressionado. O procedimento foi muito rápido, uma coisa de dez minutos. Na segunda e na terceira sessão o resultado já foi mais sutil e só dá para perceber a diferença por foto. Ainda faço a barba, mas com mais facilidade e sem me machucar. Para mim, valeu a pena.

Mesmo para quem não pretende “exterminar” de vez os pelos, a manutenção é recomendada na fotodepilação a cada oito meses. O motivo é que a Luz Intensa Pulsada, usada no tratamento, apenas debilita o pelo, mas ele pode regenerar a célula germinativa e, como dito, voltar a crescer.

Segundo Roberta Almeida, gerente de marketing da rede D’ pil, a luz pulsada pega a formação do pelo, uma espécie de poro, o que torna obrigatória a depilação com gilete da região a ser tratada antes da primeira sessão. O paciente pode observar o resultado do tratamento pelo tempo que o pelo demora a crescer.

- O ideal é sempre ter passado uma lâmina antes do tratamento. Depois, é só um disparo na região e pronto. O que acontece é que em alguns casos a pele pode ficar ressecada, mas aí é só usar uma loção hidratante na região que melhora. Assim como o laser, só é permitida uma sessão por mês.