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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Os cinco cuidados para ter unhas perfeitas




Tempo, disposição, higiene e bons produtos são indispensáveis para cuidar das unhas. As novidades do mercado de cosméticos nos trazem tantas utilidades, que muitas vezes deixamos passar etapas básicas e fundamentais desse tratamento.

Para ajudar a esclarecer alguns mitos e tirar dúvidas, a dermatologista Kátia Lutfi, especialista em medicina estética, responde algumas perguntas típicas sobre o embelezamento e limpeza das unhas. Acompanhe a seguir!

1. Cutículas em dia
Apesar de ser um hábito, a cutícula é a barreira natural contra os agentes infecciosos e não deve ser retirada. A recomendação de Kátia é deixar sempre as unhas bem cortadas, hidratadas e somente empurrar a cutícula com uma espátula.

2. Férias para as unhas
O excesso de esmalte pode ser a causa do enfraquecimento das unhas, devido aos agentes químicos presentes na fórmula e que causam o desgaste. Sete dias longe do esmalte, acetona, alicate e lixa facilitam a recuperação, devolvem o brilho e impedem que as unhas se quebrem com facilidade.

3. Nada de roer
Também conhecido como onicofagia, roer as unhas pode trazer sérias lesões, deformidades e até mesmo a destruição definitiva delas. Sem contar os riscos de infecções bacterianas e virais, que podem prejudicar a área do contorno da boca, dos dedos, das cutículas e aparelho digestório. Portanto, afaste já essas unhas da boca!

4. Lixas à vontade
É um mito achar que as lixas são responsáveis por unhas fracas, desgastadas ou quebradiças. Pelo contrário, unhas bem lixadas têm menos chances de quebrar.

5. Longe de contaminaçõesAlerta às manicures! A contaminação por hepatite C ocorre pelo contato com o sangue: se uma pessoa infectada usa alicate de unha e equipamentos perfurantes e se fere, o vírus entra em contato com a superfície do aparelho. Portanto, esterilizar os utensílios é uma obrigação. Outra opção é pedir às clientes que tragam seus próprios kits de manicure ao salão, o que diminui draticamente o risco de contágio.

Fonte: Cabeleireiros.com

Fotodepilação ou depilação a laser?

Indicação leva em conta quantidade de pelos e as as expectativas sobre o sumiço deles

Fonte: Giselli Souza, do R7

Uma pele livre de pelos, bolinhas e lisa como a de um bebê. A promessa que antes era restrita aos tratamentos de depilação com laser, começou a se popularizar também na fotodepilação – conhecida popularmente como uma versão mais “light” do que o método tradicional.

A diferença básica entre os dois métodos está na luz utilizada no tratamento. Na depilação feita por meio do laser, a ponteira do equipamento é focada na região a ser tratada. A luz é direcionada à célula germinativa (responsável pelo crescimento do pelo) e destrói a sua função. Ou seja, para que o pelo possa voltar, o organismo da pessoa terá que desenvolver uma nova célula que a produza novamente.

Como o ciclo dessa renovação dura em média dez anos, o tratamento é vendido no mercado como “definitivo”, porém estando sujeito a manutenções depois de quatro anos, segundo Dr. Mônica Aribi, membro da Sociedade Brasileira do Laser.

- Nunca podemos taxar um tratamento como definitivo, porque sempre há o risco de volta. No entanto, o laser destrói a cápsula da célula germinativa, o que impede o seu crescimento. Os casos onde o paciente sofre de um transtorno hormonal, o que contribui para volta dos pelos, estão fora.

Segundo a médica, o laser é mais indicado para pacientes com pelos mais grossos e que desejam acabar de vez com o problema. Ela explica que a fotodepilação pode ser usada como uma “complemento” do tratamento já realizado, no caso de pacientes que fizeram o laser, mas o pelo voltou em pequena quantidade.

Outra situação é para as pessoas que desejam diminuir a quantidade ou os intervalos da depilação, como é o caso de Fernando Fukai, que sentiu uma redução de 50% nos pelos do rosto após quatro sessões de fotodepilação. Ele era adepto do gilete para fazer a barba e procurou o método para diminuir a quantidade de depilações no rosto.

- Na primeira sessão eu fiquei bastante impressionado. O procedimento foi muito rápido, uma coisa de dez minutos. Na segunda e na terceira sessão o resultado já foi mais sutil e só dá para perceber a diferença por foto. Ainda faço a barba, mas com mais facilidade e sem me machucar. Para mim, valeu a pena.

Mesmo para quem não pretende “exterminar” de vez os pelos, a manutenção é recomendada na fotodepilação a cada oito meses. O motivo é que a Luz Intensa Pulsada, usada no tratamento, apenas debilita o pelo, mas ele pode regenerar a célula germinativa e, como dito, voltar a crescer.

Segundo Roberta Almeida, gerente de marketing da rede D’ pil, a luz pulsada pega a formação do pelo, uma espécie de poro, o que torna obrigatória a depilação com gilete da região a ser tratada antes da primeira sessão. O paciente pode observar o resultado do tratamento pelo tempo que o pelo demora a crescer.

- O ideal é sempre ter passado uma lâmina antes do tratamento. Depois, é só um disparo na região e pronto. O que acontece é que em alguns casos a pele pode ficar ressecada, mas aí é só usar uma loção hidratante na região que melhora. Assim como o laser, só é permitida uma sessão por mês.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Lançamento: Ultra Lavande - Lancôme

Ultra-lavande da Lancôme chega ao Brasil.

A maquiagem natural de origem mineral busca por meio dos tons de lavanda resgatar as tendências da era Disco dos anos 70. São texturas delicadas com muitos brilhos cintilantes, perfeitas para o verão que vem chegando!!

Confiram!!